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  • Águeda: A Cidade dos Guarda Sóis — As escapadinhas do Yoshi

    Umbrella Sky Project, Águeda | Imagens enviadas á ND por Matisse Alves Matisse Alves foi visitar a cidade mais colorida de Portugal Águeda é uma cidade vibrante do distrito de Aveiro, celebrada internacionalmente como a "cidade mais colorida do mundo". Este título deve-se, em grande parte, ao icónico Umbrella Sky Project, que transforma ruas inteiras num caleidoscópio de guarda-chuvas suspensos, e ao festival multicultural AgitÁgueda, que durante o verão invade o espaço público com arte urbana, música e animação. Umbrella Sky Project - Rua de Camões Umbrella Sky Project - Rua de Camões Carro pintado para o AgitÁgueda Para além do brilho artístico, Águeda afirma-se como um dinâmico polo económico na região Centro, graças a uma forte tradição industrial. A sua localização privilegiada – a apenas 30 minutos de Aveiro e cerca de 50 minutos do Porto – confere-lhe uma excelente acessibilidade, servida por boas vias rodoviárias e ferroviárias, numa posição de charneira entre o mar e a serra. A história de Águeda remonta ao século XI, quando era já um burgo próspero, de comércio ativo e porto movimentado, que abastecia não só a população local como as vizinhanças para além de Alcoba (atual Caramulo). Referida em documentos de 1050 e 1077, surge tanto pelo seu nome primitivo – Casal Lousado (do latim Casal Lousato) – como pelas formas latinizadas Anegia, Agatha e Ágada. Ao contrário de outras povoações vizinhas, Águeda não recebeu foral na Idade Média, por ser terra reguenga e couto dos mosteiros de Lorvão e Vacariça. Foi, no entanto, ponto de apoio nos caminhos de Santiago, tendo a sua albergaria acolhido, em 1325, a Rainha Santa Isabel, quando esta seguia em peregrinação para Santiago de Compostela. Em 1834, no contexto da reforma administrativa decorrente da revolução liberal, Águeda foi elevada a sede de concelho – um reconhecimento da sua importância estratégica na resistência à segunda invasão francesa, nomeadamente por albergar um hospital militar que prestava assistência aos feridos das batalhas. Desde então, a vida política do concelho tem sido intensa e marcada por figuras influentes da terra. A 8 de julho de 1985, a vila de Águeda foi finalmente elevada à categoria de cidade, coroando um percurso de séculos de relevância histórica, económica e cultural.

  • Vizela: A Cidade Romana — As escapadinhas do Yoshi

    Letras de Vizela | Imagens enviadas á ND por Matisse Alves Matisse Alves visitou o centro de Vizela e ficou encantado com os monumentos. É o que ele nos conta. Situado no coração do distrito de Braga, na região do Ave, o concelho de Vizela é um destino que combina história, bem-estar e lazer ao ar livre. Com origens que recuam à época romana, esta vila termal tem atraído cada vez mais turistas e locais, que procuram as suas famosas águas curativas e o ambiente acolhedor que só as termas do norte proporcionam. O ponto de partida obrigatório é o Jardim das Termas. Logo à entrada, os visitantes deparam-se com uma verdadeira ilusão de ótica: uma torneira suspensa no ar, de onde jorra água cristalina. O segredo? A própria coluna de água esconde a estrutura de sustentação, um truque visual que faz as delícias de miúdos e graúdos. Ilusão de Óptica da Torneira - Parque das Termas, Vizela Atrás deste icónico elemento, dois imponentes chafarizes embelezam o espaço, sendo o maior deles adornado com elegantes cisnes que conferem um toque majestoso ao local. Para quem gosta de caminhar e esticar as pernas, o passadiço que se estende ao longo do rio Vizela é um dos ex-líbris do concelho. Este percurso pedonal, longo e bem cuidado, convida a momentos de tranquilidade em plena natureza, perfeito para um final de tarde relaxante. Ainda no centro nevrálgico da vila, destaca-se uma estrutura comemorativa de grande simbolismo: um cravo gigante, erguido em 2025 para assinalar os 50 anos do 25 de Abril. A obra presta uma homenagem viva à Revolução dos Cravos, tornando-se num dos pontos fotográficos mais procurados da região. Cravo construído o ano passado para comemorar o 25 de Abril À beira do parque, avistam-se ainda as ruínas do Castelo de Vizela, um emblemático edifício de inspiração mourisca, construído em 1905, na freguesia de São João. Para além do seu valor arquitetónico, o castelo assume-se como um símbolo da luta pela autonomia administrativa do concelho. Atualmente, o espaço encontra-se em fase de reabilitação pela Câmara Municipal, que prevê ali instalar os futuros Museus da Luta Autonómica e da Mota, devolvendo assim à comunidade um lugar carregado de memória e identidade. Castelo de Vizela em ruínas visto do Parque das Termas Para finalizar a visita em grande estilo, não pode faltar uma passagem pelo centro da vila, onde se encontra o chafariz principal e as famosas letras gigantes de Vizela — o cenário perfeito para registar a passagem. Chafariz Principal de Vizela Com uma oferta que vai do relaxamento termal à cultura e paisagem, Vizela afirma-se, sem dúvida, como um dos destinos mais completos e acolhedores do Minho. Uma visita que fica, certamente, na memória.

  • Um dia no Porto — As escapadinhas do Yoshi

    Vista da Ponte Luís I | Fotografias enviadas à ND por Matisse Alves (jornalista principal). O nosso jornalista Matisse Alves partilha a sua opinião sobre as atrações que visita nas férias. Ontem, visitou o Porto e partilhou connosco várias fotografias e impressões. A cidade do Porto é um destino turístico muito popular entre os turistas e os portugueses. A cidade tem vindo a melhorar de ano para ano e uma das melhores atrações é o World of Discoveries – Museu dos Descobrimentos. World of Descoveries no Porto - Rua de Miragaia 106, 4050-387 Porto (Ao pé do parque da Alfandega do Porto) O museu retrata a história de Portugal e da era dos descobrimentos. Nau Portuguesa retratada em madeira Além de ensinar história, permite às crianças explorar com tablets e aprender curiosidades. Existe uma sala totalmente digital onde é possível explorar arte e cultura, ciência, mitos e histórias, bem como navegadores da história de Portugal. O astrolábio é explicado através de um tablet. Garcia de Resende é explicado através de um tablet. Além disso, o museu possui um passeio de barco que recria a viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães. Aí, podemos aprender a história de Portugal com diferentes comerciantes. Passeio de Barco a ir até a parte da África. A Ponte Luís I é outra atração turística muito popular, atraindo um grande número de visitantes. Outro lado da Ponte Luís I A ponte foi projetada por Gustave Eiffel. No entanto, foi Théophile Seyrig quem a construiu, tendo a obra sido concluída em 1886. Constitui o ex-líbris que une o Porto a Vila Nova de Gaia sobre o rio Douro. É possível subir a parte de cima pela Funicular dos Guindais ou pelas Escadarias dos Guindais. Estas escadarias são uma boa opção para quem gosta de fazer exercício e quer ver a Muralha Fernandina. Muralha Alexandrina É importante prestar atenção à parte superior, pois o metro passa e as pessoas devem permanecer atrás da linha amarela. A vista é magnifica. Vista de Cima da Ponte Luís I Vista de Baixo Se há um monumento que representa o Porto, esse é a Torre dos Clérigos. Projetada pelo italiano Nicolau Nasoni no século XVIII, a torre foi concluída em 1763 e tornou-se um dos cartões-postais mais famosos de Portugal. Quem sobe os seus degraus é recompensado com uma vista panorâmica de 360° sobre o Porto e Vila Nova de Gaia — de dia ou, em épocas especiais, até às 23h. Torre dos Clérigos vista do Museu do Vitral Torre dos Clérigos e Igreja - Vista da Estação de S. Bento Vista de Carro Anexa à torre, a Igreja dos Clérigos também tem a sua importância: foi a primeira igreja em Portugal com planta oval e impressiona pela talha dourada, pelos órgãos tubulares "à portuguesa" e pela capela-mor ricamente decorada. Em 2014, todo o conjunto foi reaberto após uma grande recuperação — foram usados 140 mil folhas de ouro, 60 kg de algodão e 13 km de cabos elétricos. O resultado? Tradição e modernidade num só espaço, que recebe mais de 1,5 milhão de visitantes por ano. Classificado como Monumento Nacional desde 1910 e inserido no centro histórico do Porto (Património Mundial da UNESCO), os Clérigos são parada obrigatória para quem visita a cidade. Arte, fé, música e uma vista inesquecível — tudo num só lugar. Se a Torre dos Clérigos é o ex-líbris religioso e turístico do Porto, os Paços do Concelho são, sem dúvida, o seu centro nevrálgico em termos políticos e urbanísticos. A história da Câmara Municipal do Porto remonta ao século XV, quando funcionava na histórica Casa da Câmara, também conhecida como Torre do Senado, localizada perto da Sé Catedral. Foi ali que, durante séculos, se tomaram as decisões mais importantes para a cidade. Mas foi no século XX que o edifício ganhou a imponência que hoje conhecemos. O projeto atual, situado no topo da emblemática Avenida dos Aliados, foi desenhado em 1916 e a sua construção estendeu-se entre 1920 e 1955. Esta obra marcou a maior transformação urbanística da cidade do Porto, dando-lhe uma nova centralidade e uma face mais moderna e grandiosa. Câmara Municipal do Porto - Praça General Humberto Delgado, 4049 - 001 Porto Com a sua fachada monumental e a torre sineira que se avista de vários pontos da cidade, os Paços do Concelho são muito mais do que um edifício administrativo. São um símbolo da identidade portuense, testemunha de décadas de história e palco de momentos marcantes para a cidade e para o país. Quem passeia pela Avenida dos Aliados não pode deixar de admirar esta imponente construção que, lado a lado com a Torre dos Clérigos, compõe um dos cartões-postais mais bonitos e reconhecíveis do Porto. Se há um lugar onde se sente o pulso verdadeiro do Porto, esse é o Mercado do Bolhão. Mais do que um espaço de compras, é um pedaço da identidade portuense que resiste ao tempo com a mesma autenticidade de sempre. Mercado do Bolhão por dentro Tudo começou em 1839, num local curioso: um terreno pantanoso onde existia uma nascente de água — daí o nome "bolhão", que remete para as bolhas que borbulhavam no chão. Mas foi em 1914 que o edifício ganhou a cara que hoje conhecemos, com o seu traço neoclássico desenhado pelo arquiteto António Correia da Silva. Escadaria Central do Mercado do Bolhão Durante mais de um século, o Bolhão foi o palco do comércio tradicional, das peixeiras de bata e dos vendedores que erguiam a voz para atrair fregueses. Foi cenário de vida, de cheiros e de sabores que marcaram gerações de portuenses. Depois de uma profunda e cuidada remodelação, o Mercado do Bolhão reabriu portas em 2022, devolvendo à cidade este espaço emblemático totalmente renovado. Hoje, mantém viva a tradição de outrora, mas com infraestruturas modernas que o tornam mais confortável e funcional. Lá dentro, continuam a ouvir-se as gargalhadas das peixeiras, a verem-se as bancas de fruta fresca e a cheirar-se o pão acabado de sair do forno. Mas agora, também se encontram novos conceitos, petiscos, produtos gourmet e uma esplanada que convida a ficar. O Bolhão é o equilíbrio perfeito entre o passado e o presente — um espaço onde o Porto se sente, se prova e se vive. Quem visita a cidade não pode deixar de lá passar. Há cidades que se visitam. E há cidades que se sentem. O Porto é, sem dúvida, dessas últimas. Das alturas da Torre dos Clérigos à grandiosidade dos Paços do Concelho, passando pelos cheiros e sabores do Mercado do Bolhão, a Invicta é um verdadeiro museu a céu aberto. Cada esquina conta uma história, cada monumento guarda séculos de memórias e cada rua nos convida a perder-nos — para depois nos encontrarmos naquela vista inesquecível sobre o rio Douro. O Porto é feito de contrastes. É antigo e moderno. É tradicional e inovador. É solene e acolhedor. É a pedra granítica que resiste ao tempo, mas também a luz dourada que se reflete nos azulejos e a simpatia genuína de um povo que nos recebe de braços abertos. Não é por acaso que o centro histórico é Património Mundial da UNESCO, que os Clérigos recebem mais de 1,5 milhão de visitantes por ano ou que o Bolhão reabriu para continuar a ser a alma da cidade. É porque o Porto tem alma — uma alma que se sente em cada monumento, em cada mesa de petiscos e em cada pôr do sol sobre as pontes. Visitar o Porto é mais do que fazer turismo. É deixar-se envolver pela sua luz, pela sua história e pela sua gente. É levar na bagagem não apenas fotografias, mas memórias que ficam para sempre. Porque o Porto não se explica. O Porto vive-se. E quem cá vem, quer voltar.

  • Bracara Motor Fest regressa para mais uma edição dedicada aos apaixonados pelo mundo motorizado

    O Bracara Motor Fest está de regresso para mais uma edição, prometendo reunir entusiastas do mundo automóvel e das duas rodas num evento que celebra a paixão pelos motores, a inovação e a cultura motorizada. Ao longo do evento, os visitantes poderão desfrutar de um programa diversificado, com exposições de automóveis e motociclos, desde modelos clássicos a viaturas desportivas e projetos personalizados. A programação inclui ainda demonstrações, animação, espaços dedicados a marcas e empresas do setor, bem como diversas atividades pensadas para públicos de todas as idades. Preparação do Palco Principal | Fonte: Notícias do Dia Mais do que uma exposição de veículos, o Bracara Motor Fest afirma-se como um ponto de encontro para colecionadores, clubes, profissionais e aficionados do universo motorizado, proporcionando um ambiente de convívio e partilha de experiências. A iniciativa pretende continuar a promover a cultura automóvel na região, valorizando o património motorizado e aproximando o público das mais recentes tendências e inovações do setor. A organização convida todos os interessados a marcar presença nesta nova edição e a acompanhar as novidades que serão divulgadas ao longo das próximas semanas através dos canais oficiais do evento. As Notícias do Dia têm imagens da preparação do evento e de vários veículos como um Volkswagen, Abarth, Honda entre muitos outros... Mini da Redbull Volkswagen Clássico

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